sábado, 20 de fevereiro de 2016

Vizinho, Vizinha

Vizinho, Vizinha De: Graça Lima , mariana Massarani e Roger Mello Escrito por: Fernanda Raupp Wilhelm Ilustração por: Alana Vitória Kremer Malicheuxki Quem passa pela rua do desassossego, número 38, nem percebe, mas... O vizinho do 101 toma café enquanto observa gravuras de bichos. A vizinha do 102 já voltou da maratona. O vizinho coleciona discos da Velha guarda. A vizinha guarda coisas que depois não encontras. Ela já viajou o mundo inteiro. Ela tem uma estante do tamanho do mundo. Ele molha as plantas no parapeito, vestido com um escafando, E quando lê quadrinhos, sempre perde a noção das horas. Ela ainda vai aprender a tocar clarineta, E seu relógio não funciona há muito tempo. Quatro e quarenta: Ele sai com o canário para o passeio. Vinte para as cinco: ela finalmente leva o relógio para o conserto. Só se encontram a esta hora. No corredor: Boa tarde, boa tarde, como tem passado? Como está o tempo? E é só. Vinte para as seis: Ele está de volta, construindo uma cidade de papel. Seis e pouquinho: Ela trouxe um “ Manual do químico moderno”. O conserto do relógio, Paciência, ficou para amanhã. Ele inventou uma maquina de fazer chover, e a vizinha não sabe. Ela alimenta um rinoceronte de baixo da pia, e o vizinho nem desconfia. Ele tem uma sobrinha quase da idade do neto dela. Ela tem um neto dois dedos menor que a sobrinha dele. Outro dia, a sobrinha do vizinho fez uma visita. Justo no dia em que o neto veio passear o dia com a vizinha. Quatro e quarenta: o vizinho saiu com o canário. A sobrinha Espreita. Vinte para as cinco: a vizinha levou o relógio ao conserto. O neto observa. As portas abertas e o convite irresistível: café com quadrinhos regador todos os livros do mundo manual do químico moderno monte de coisas velhas plantas bichos clarineta discos da Velha Guarda roupas de maratonas maquinha de fazer chover rinocerontes fotos do mundo inteiro gravuras gravuras gravuras escafandro cidades de papel... Depois que a sobrinha e o neto foram embora, O silêncio ensaiou meia dúzia de passos de dança. Enquanto toma café, o vizinho imagina as coisas que existem do outro lado. Qualquer dia desses ele convida a vizinha para entrar. Se ele convidar, ela aceita.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Os três jacarezinhos

Os três jacarezinhos- autor Helen Ketteman escrito por Tales Vione Corrêa. Era uma vez três jacarezinhos que viviam em uma floresta com sua mãe. A mãe deles falou para tentarem morar sozinhos e eles foram bem felizes. Jaca primeiro achou algumas pedras e disse que iria usar para fazer uma casa bem forte porque tinha o javali bundudo. E foi construir a sua. E os outros dois foram correndo para achar alguma coisa para fazer quando um graveto caiu na cabeça do Jaca segundo e falou que ia tentar fazer uma casa de gravetos. E o terceiro falou tenta e foi para o outro lado do mato. O jaca terceiro chegou num rio e deitou na areia fofa e pensou vou fazer uma casa de areia e começou. Ele pensou vou dormir. Depois de algum tempo ele ouviu um barulho muito alto e era o javali bundudo querendo comer ele. _Jacarezinho deixe-me entrar. Ele disse que não iria deixar. _ Então eu vou sacudir o meu traseiro bum,bum,bum, e irei estragar essa casa. E deu uma bundada na casa e voou para todos os lados. Jaca terceiro correu bastante até a casa de Jaca segundo. Os dois ficaram apavorados com o javali ele disse que iria arrombar a porta. E eles ficaram com muito medo e ele destruiu a casa. Quando chegaram na casa de Jaca primeiro xingaram muito ele. E deu uma bundada na casa mas nada se mexeu do lugar e foi para a chaminé e quando viu tinha fogo. E ele voou para longe e nunca mais voltou tinha fogo. E ele voou para longe e nunca mais voltou

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O traço e a traça

O Traço e a Traça

Era uma vez um traço que comia tudo que ele achava. Um dia ele comeu muito e morreu. Era outra vez um traço que morava com uma mulher que tinha dois livros. Esse traço comeu o risco do livro. Nesse livro tinha uma menina. Primeiro ele comeu esse livro. Mas depois que ele comeu este livro ele morreu. Daí essa mulher tinha mais um livro. Neste outro livro tinha um menino. Este menino tinha um segredo. Este segredo ficava dentro de uma caixa amarela. Um dia ele pegou esta caixa e escutou um barulho. Daí ele abriu esta caixa. Daí o traço saiu e comeu este livro que tinha este menino. Daí estas crianças se esqueceram que os traços tinham comido seus livros e também que o traço e a traça tinham morrido. Eles brincaram até cansarem o traço e a traça nunca mais se ouviu falar e estas crianças viveram felizes para sempre. Igor e Thales

Aqui é minha casa

Aqui é a minha casa Autor:Jérôme Ruillier

Escrito por Fernanda e Larissa Um menino pegou um giz. E ele foi na frente da casa e fez um risco no chão. E disse aqui é a minha casa e veio um caracol e o caracol apagou um pedaço do risco. E ele fez o risco de novo e ele ficou sentado pensando. E um galho atravessou o risco da casa dele e ele pegou o serrote e cortou o galho da árvore e sentou na cadeira para pensar. E veio uma nuvem e atravessou o risco e ele sentou e ficou com uma cara séria. Veio uma folha que atravessou o risco e um coelho atravessou o risco e ele ficou muito brabo com o coelho e ele falou todo mundo entra na minha casa. Então veio um menino e ficou olhando para ele e o menino pensou porque tem esse risco e dai o menino que pensou foi embora com dívidas. E o dono da casa deu um sorriso e o dono da casa pensou por que ele foi embora e ele pegou em pano e apagou o risco de giz deixou tudo riscado. E ele saiu correndo atrás dele e ele falou ei espera ai e ele correu e falou para o menino: _Quer brincar comigo. E ele falou: _Qual é o seu nome? E os dois brincaram muito .

As paredes têm ouvidos

Autora Fátima Miguez Escrito por Róbson e Jorge A minha mãe flor margarida,que plantou provérbios no quintal da minha infância no solo do meu coraçao. Com quantos paus se faz uma canoa pergunta a tradição. A resposta é uma lição. Ditado é para pensar. É um jogo de palavras da cultura popular um quebra cabeças por montar.